Pesquisas sobre prevenção do suicídio
rendem prêmio para psiquiatra brasileiro

por Luciana Christante em 13/10/2011

Uma carreira de mais de 20 anos voltada para a realização de pesquisas em torno da prevenção do suicídio rendeu em setembro ao psiquiatra brasileiro José Manoel Bertolote, professor da Faculdade de Medicina da Unesp em Botucatu, o prêmio da Associação Internacional para Prevenção de Suicídio (IASP, na sigla em inglês). É a primeira vez que um pesquisador latino-americano é agraciado com o prêmio que é concedido de quatro em quatro anos.

Antes de se estabelecer no interior paulista há cerca de três anos, Bertolote foi funcionário da Organização Mundial de Saúde, em Genebra, por mais de duas décadas. Ele foi um dos principais responsáveis pela primeira compilação de dados mundiais sobre suicício, que chamaram a atenção da OMS para um dos mais complexos problemas de saúde pública da atualidade.  E esses dados mostraram que a primeira causa de morte por atos de violência no mundo não são os acidentes de trânsito, os homicídios nem os conflitos armados, mas o suicídio.

Há exatamente um ano publiquei uma reportagem sobre este tema na revista e acho que o prêmio justamente concedido a Bertolote agora é um bom motivo para voltar ao assunto — que é difícil, mas vale a pena ser encarado, até para saber que existe saída.

O suicídio é um fenômeno complexo, que envolve fatores sociais, psicológicos e até genéticos, mas é possível preveni-lo de modo simples e eficaz. Para ler a reportagem em pdf, clique na imagem abaixo.

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